Antes do Oceano

ANTES DO OCEANO: CRÔNICAS DE ATLANTIS

Uma Antologia organizada por Leandro Zapata

Mil duzentos e noventa e um anos após a chegada dos Maga’zi Ka’inanum e dos Primeiros Reis de Atlantis — e 21º ano do reinado de Fahin Kehadi —, a gigantesca cidade de Bhetí é destruída pelas mãos de Q’illian Mach’iberi, o Príncipe Imortal, filho de Rae’au, Primeiro Rei de Ankar. Todos os Sha’man, detentores da Magia de Atlantis, são assassinados brutalmente. Seus templos, locais de estudos e bibliotecas são saqueados; seus conteúdos, destruídos. Os segredos para criar magia, que datam dos anos do Primeiro Rei, Rae’au, e foram ensinadas originalmente pela esposa de Rae’au, a Rainha Sha’mnom são completamente destruídos; toda a magia que resta está na tecnologia de Atlantis.

A queda de Bhetí aconteceu em apenas uma noite, que ficou conhecida como Saif Inargur, Noite Sem Lua.

O Rei Fahin é envenenado. Após a morte de seu pai, o filho mais velho Zaked Kehadi consegue vencer Q’illian. Após a morte do rei de Ankar, as pessoas de Ciphar voltam para seu país. Bhetí se torna um lugar inabitável, forçando seus moradores a abandonar a cidade — que se torna morada dos Arrats. O segundo filho de Fahin, Sylrah Kindrall, se voluntaria para governar Ankar.

Graças ao êxodo do povo de Bhetí, sete reinos nasceram no continente de Atlantis:

Zakev Kehadi, primeiro filho, funda o reino de Fahin, em homenagem ao seu pai. Neste reino estão as ruínas de Bhetí.

Sylrah Kindrall, segundo filho, torna-se rei de Ankar (a.k.a. o Reino Artificial) cuja capital Ankarplut é construída de metal, com muralhas, paredes e um castelo de metal. Aos arredores, fábricas constroem barcos voadores e outras tecnologias. Dos sete reinos, é o mais antigo e estável. A maior ilha do arquipélago é uma terra completamente infértil e cinzenta, devido a grande quantidade de metal no solo — metal este explorado pelos ankarianos. Já a terceira ilha, a leste, é dominada por animais selvagens e indomáveis.

Edruth Herden, terceiro filho, parte para o extremo norte de Atlantis, onde funda o reino Yak’tsa. Eles se isolam totalmente, sem qualquer interação com os outros reinos.

Elver Sinkhughs, quarto filho, funda o reino de Ko’k’n.

Neywell Oak-fall, quinto filho, funda o reino de Mal’fu.

Bethra Satanwe, sexta filha, funda o reino de Pochdangor.

Renrrel Jarson, sétimo filho, funda o reino de Teale.

Após vinte e três anos, em 1314, surge em Ankar uma garota de 21 anos cujo nome ninguém sabe afirma ser Sha’mnom renascida, usando magia que parece muito com a antiga magia de Bhetí. Jovens dos seis reinos — sendo Yak’tsa aqueles que não enviam — viajam até Ankar para aprender e estudar com Mãe Sha’mnom — entretanto, essa magia é sombria e muito parecida com a praticada por Q’illian, mas ninguém é capaz de distinguir. Os estudantes são chamados de Sym’cra.

Sessenta anos se passam, os Sym’cra são treinados para adorar Mãe Sha’mnom e o Primeiro Rei, Rae’au; eles espalham histórias de seu retorno e que um dia irá travar uma batalha com Rākṣasō, o grande monstro marinho que irá engolir toda Atlantis. Cada vez mais pessoas se voltam para esta perversa religião. Os Sym’cra controlam a magia, e sem magia, não há tecnologia. Sem magia, não há cura. A ganância dos Sym’cra cresce insaciável.

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